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Vitório Gheno - Tucanos - Deslumbrante- Para Colecionadores

Vitório Gheno - Tucanos - Deslumbrante- Para Colecionadores

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R$ 55

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              VITÓRIO GHENO (1928)

 

                      

            ACOMPANHA CERTIFICADO DE AUTENTICIDADE

           

                                            TÉCNICA: Serigrafia

                             TAMANHO: 50 cm x 73cm

                             TIRAGEM: 87/100

                             DATA: 2003

                             PAPEL: Importado

                            ACID

Vitório Gheno é artista plástico, artista gráfico, ilustrador, gravador, aquarelista, desenhista, jornalista, publicitário, designer de mobiliário e objetos, antiquário, decorador de interiores e decorador especializado em hotelaria. Vitorino Gheno é seu nome de batismo. Nasce no dia 26 de outubro de 1923 em Muçum, Rio Grande do Sul, Brasil. É filho de Nicolau Michielon Gheno e Adelina Romagna Gheno. Seus pais descendem de famílias de italianos vindos do Vêneto.

Com quatro anos, Gheno e os pais fixam domicílio em Porto Alegre. É matriculado no Colégio Dante Alighieri, onde a maioria dos alunos tem origem italiana. Seu professor italiano - Leda Luiggi - questiona seu nome de batismo, Vitorino, dizendo que Vitório é um nome mais bonito e ?mais italiano?. O menino gosta e, a partir de então, adota o nome Vitório. O professor Luiggi é seu ?primeiro mestre?. Com 14 anos de idade, em 1938, Gheno inicia sua vida artística, na Seção de Impressão Litográfica da Livraria do Globo. Litografia, aliás, é a primeira técnica que Gheno aprende.

Em poucos meses, Gheno tem sua própria mesa na Seção de Desenho da Globo, onde trabalham outros grandes artistas rio-grandenses. Zeuner ? chefe da Seção ? é seu ?terceiro mestre? e reconhecido por Gheno como uma pessoa de grande valor em sua vida. De aprendiz de litografia a ilustrador da Revista do Globo foi um passo rápido na vida do jovem artista.  Ilustra dezenas de contos da Revista do Globo, de escritores consagrados como Cyro Martins, Rubem Braga, Vinícius de Morais, Athos Damasceno, Justino Martins, Lygia Fagundes Telles, Fernando Sabino e Darcy Azambuja, entre outros. Ilustra outras revistas, como Mistério Magazine, e cria capas para a Coleção Amarela. Ilustra livros inteiros como Gil Braz de Santilhana, de Le Sage (1943). Cria a capa para Servidão Humana, de Somerset Maugham (1939), entre outras. É um dos ilustradores principais do grande Dicionário Enciclopédico Brasileiro Ilustrado, da Editora Globo, cuja elaboração dura cerca de 10 anos, com a primeira edição em 1943. Faz mais de 300 ilustrações ? nunca publicadas ? para histórias do alemão Karl May. Também cria anúncios e reclames para o Departamento de Publicidade da Globo. Mais tarde, nas décadas de 50 e 60, cria as capas dos livros de Érico Veríssimo, em México (1957), e de George Orwell, em A Revolução dos Bichos (1964), da Editora Globo.Nessa época, são seus amigos e colegas na Globo: Honório Nardin, João Mottini, Edgar Koetz, Edgar Klettner, Gastão Hofftestter, Edla H. Silva (estes últimos três eram primos), João Faria Vianna, Nelson Boeira Fäedrich, João Fahrion e outros.

Em Buenos Aires, Gheno trabalha nas agências de propaganda Proventas e Grant. Trabalha em várias editoras famosas, de livros e de revistas, como Atlântida, Sopema, Peuser e Kraft. Cria capas e ilustra livros inteiros como Colón Navega, de C. Walter Hodges, publicado em 1945 também pela Peuser. Trabalha nas revistas Atlântida, Parati, El Hogar, Stampa e Maribel. Recebe o Prêmio do Salão Nacional da Escola de Artes de Buenos Aires, tendo duas aquarelas expostas. Torna-se amigo do escritor brasileiro Monteiro Lobato. Em 1947, volta sozinho para Porto Alegre em busca, mais uma vez, de novos trabalhos.

Paulo Fontoura Gastal, Osvaldo Goidanich, Vitório Gheno e outros fundam o Clube de Cinema de Porto Alegre, em 1948. Nos anos de 1948 e 1949, Vitório Gheno já é um conhecido artista plástico, com grande domínio do desenho e das técnicas, e grande sucesso de público, de crítica e de vendas. Em 1949, Gheno realiza duas exposições individuais importantes e de grande sucesso: em abril, na Casa das Molduras, e em setembro, no Auditório do Correio do Povo. Esta última talvez seja sua mostra individual mais importante. Sucesso total. Todas as obras vendidas: desenhos, óleos, guaches, creiom, bico-de-pena, aquarelas. Josué Guimarães e Gheno lançam o jornal D. Xicote. Mais tarde, na metade da década de 50, aparece a coluna D. Xicote no jornal A Hora, novamente com desenhos de Gheno e textos de Josué. Nos últimos anos da década de 40, viaja com freqüência para o Rio de Janeiro, levando capas para as revistas cariocas Rio, Sombra e Rio Magazine, publicadas com sucesso. Nessa época, conhece os diretores da Agência McCann Erickson do Brasil.

No início de 1950 Gheno está em Paris. Apesar de ter feito matrícula para obter bolsa de estudos na capital francesa, Gheno não espera a resposta e viaja para a Europa com suas próprias economias, provenientes da venda de suas obras nas várias exposições individuais realizadas entre 1947 e 1949. Estuda e trabalha em Paris por dois anos, aperfeiçoando-se em gravura, principalmente em litografia e água-forte. Gheno utiliza o mesmo ateliê de Georges Braque e Pablo Picasso, onde cria e imprime suas litografias. Além deles, conhece Christian Berard, Jean Cocteau, Marc Chagall, Marcel Vertes, Jean Paul Sartre e sua musa, Juliette Grecot. Convive em Paris com os artistas brasileiros Antônio Bandeira, José Morais, Carlos Scliar, Iberê Camargo, Cândido Portinari, Genaro de Carvalho, Cícero Dias, Danúbio Gonçalves e Clóvis Graciano, entre outros. Convivem com Gheno, em Paris, nos anos 50, o jornalista Flávio Alcaraz Gomes e o escritor Justino Martins, colegas do Jornal Correio do Povo e da Livraria do Globo, respectivamente, entre outros artistas, escritores e jornalistas brasileiros e gaúchos.

Quando o Departamento Editorial e de Criação foi criado na Editores Bloch, Gheno passa a colaborar com a Manchete fora da McCann, mas continua sendo responsável por outras contas na agência. Ilustra contos de Fernando Sabino, Lygia Fagundes Telles, Orígenes Lessa, Afonso Arinos, Rubem Braga, Mário de Andrade e Camilo Soares, entre outros. Colabora até 1956, quando volta para Porto Alegre. Gheno é responsável por grandes contas na McCann, como Esso do Brasil e Coca-Cola. Um dos seus anúncios mais sugestivos foi criado para a campanha publicitária da SAS - Scandinavian Airlines System: "PARIS COMEMORA SEUS OS 2000 ANOS. ESTEJA PRESENTE A ESTA FESTA VOANDO PELA SAS."

O ponto de encontro, no Rio, é o Vermelhinho, um bar na Cinelândia que os artistas e intelectuais da época freqüentam: Gheno, Aldemir Martins, Djanira, Darel, Maria Leontina, Xico Stockinger muitos outros. No Vermelhinho, todos são amigos. Por indicação de Gheno, Xico viaja para Porto Alegre e passa a trabalhar no jornal A Hora, junto com Lauro Schirmer e outros, onde Gheno também é colaborador. Maria Martins, escultora, embaixatriz, poeta, escritora, jornalista e femme du monde, é sua grande amiga. Athos Bulcão e Gheno são amigos e freqüentam a casa da escultora em Petrópolis, no Rio de Janeiro.

Em 1952, realiza exposição individual na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), com apresentação do escritor Guilherme Figueiredo, também seu amigo e colega na McCann. Dessa vez expõe as aquarelas feitas em Paris. Mais uma vez, sucesso total.  Em julho de 1955, a VARIG passa a voar para os Estados Unidos com aeronaves modernas - Super G Constellation, 1049G Intercontinental - com rotas entre Rio de Janeiro e Nova Iorque. A pedido da empresa, Gheno cria os cardápios de bordo para esses vôos internacionais.

Gheno valoriza outros artistas, criando verdadeiras galerias de arte nos hotéis que decora. Com esta idéia, orienta as diretorias na aquisição de coleções de arte relevantes para os hotéis. Para o hotel Tropical da Bahia foram adquiridas obras de artistas como Carybé, Hansen da Bahia, Di Cavalcanti e Mário Cravo. No Plaza São Rafael de Porto Alegre, orienta a aquisição, pela Rede, de obras de vários artistas brasileiros importantes como Glauco Pinto de Moraes, Glauco Rodrigues, Plínio Benhardt, Vasco Prado, Glênio Bianchetti, Goeldi, Xico Stockinger, Paulo Porcella, Danúbio Gonçalves, Aldemir Martins, Ernesto Frederico Scheffel, Carlos Antonio Mancuso e o argentino Vito Campanella, seu amigo. Além de hotéis, decora clubes e bancos: Jockey Club do Rio Grande do Sul, Porto Alegre Country Club, City Bank, antigos Banco Lar Brasileiro e Banco Nacional do Comércio. Em 1974, funda a galeria Guignard no Hotel Plaza São Rafael, inaugurada com uma exposição individual sua, de grande sucesso. O nome escolhido é uma homenagem ao pintor, que foi seu amigo desde o fim da década 40.

Em 1980, ilustra e cria a capa para o livro de Mário Quintana, O Esconderijo do Tempo, editado pela L&PM. Muito amigos desde os anos 40, Gheno e Quintana foram colegas na Editora Globo e nos jornais Correio do Povo e Folha da Tarde. Em 1987, recebe agradecimento pessoal da Princesa Anne da Inglaterra quando essa, em sua passagem pelo Hotel das Cataratas, elogia suas litografias. Presenteada, a nobre leva uma litografia para a Inglaterra.

Na década de 90, decora o Máster Executivo, o Grande Hotel Express e o Holiday Inn da Rede Máster de Hotéis do Grupo Isdralit. Também decora o bloco novo do Instituto de Cardiologia em Porto Alegre, criando um ambiente totalmente inusitado dentro do Hospital do Coração, proporcionando aos pacientes uma sensação de bem-estar, baseado em cores pastéis e suaves aquarelas bucólicas sobre o interior do Rio Grande do Sul.

De 1999 a 2001 decora totalmente o Tropical Grande Hotel e Termas de Araxá, em Minas Gerais, hotel tombado pelo IEPHA de Minas Gerais e administrado pela Rede Tropical de Hotéis até 2004. O hotel, inaugurado pelo Presidente Getúlio Vargas em 1944, é fechado para reformas em 1994. Em 2004, inicia a redecoração do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, que já havia sido totalmente decorado por Gheno na década de 70 e assina também o projeto de decoração e criação do mobiliário do novo Bahia Plaza Resort, em Camaçari, Bahia. Continua criando capas e ilustrando livros. Em 21 de março de 2006, quando Porto Alegre completou seus 234 anos de idade, Vitório Gheno recebe a condecoração A MEDALHA CIDADE DE PORTO ALEGRE, da Prefeitura Municipal, por iniciativa do vereador Isaac Ainhorn.

Em 2006, a documentalista, fotógrafa e editora Nádia Raupp Meucci lança livro de arte de sua autoria - GHENO ARTISTA PLÁSTICO - em homenagem ao artista. O livro apresenta um panorama da trajetória de Vitório Gheno nas últimas 6 décadas, ao longo de 192 páginas contendo 250 reproduções fotográficas coloridas. Nádia pesquisou durante os últimos 11 anos em várias cidades do Brasil e do exterior, fotografando obras do artista, especialmente para publicar livro de arte em homenagem ao artista gaúcho. O livro de Nádia é o primeiro livro publicado sobre obra e vida do artista. No dia 18 de outubro de 2006, compareceram quase 1.000 (mil) pessoas no lançamento do livro no MARGS - Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli, em Porto Alegre. O artista esteve presente e foi abraçado por todos. Foi uma verdadeira apoteose em torno do artista homenageado e da autora do livro, que foram abraçados por todos. As Salas Negras e Berta-Locatelli onde encontrava-se a exposição retrospectiva promovida pela autora - 6 DÉCADAS DE ARTE DE VITÓRIO GHENO - estavam lotadas. Corredores do Museu e Pinacoteca, também estiveram lotadas de pessoas que foram abraçar o artista e se juntar a autora, nesta homenagem inusitada a um artista vivo. Muitas pessoas não conseguiram chegar até até o artista, além de muitos carros que não conseguiram estacionar perto do Museu, devido ao afluxo extraordinário de pessoas no horário previsto para o lançamento do livro.

Vitório Gheno mora em Porto Alegre e trabalha em todo o Brasil.

Principais exposições individuais:

Galeria Studio Os Dois - Porto Alegre/RS, 1947
Galeria Casa das Molduras - Porto Alegre/RS, 1949
Galeria do Auditório do Correio do Povo - Porto Alegre/RS, 1949
Associação Brasileira de Imprensa (ABI) - Rio de Janeiro/RJ, 1952
Livraria do Globo - Porto Alegre/RS, 1960
Galeria Mondrian Atelier de Arte / IAB - Porto Alegre/RS, 1965
Torres Praia Clube (Clubinho) - Torres/RS, 1968
Galeria Guignard (Plaza São Rafael) - Porto Alegre/RS, 1974
Galeria Independência, Porto Alegre/RS, 1979
Galeria Alencastro Guimarães, Porto Alegre/RS, 1988
Galeria Bolsa de Arte, Porto Alegre/RS, 1990
Galeria Manzione - Punta Del Este/Uy, 1992 e 1993
Galeria Mosaico - Porto Alegre/ RS,1992
Espaço de Arte Mediterrâneo - Porto Alegre/RS, 1996
Escritório de Arte Alto da Bronze - Porto Alegre/RS, 1997
Galeria Garagem de Arte - Porto Alegre/RS, 2001
Margs - "6 Décadas de Arte de Vitório Gheno" - Porto Alegre/RS - out/nov. 2006

Principais hotéis decorados no Brasil:

Plaza Porto Alegre - Porto Alegre/RS, déc. 60
Tropical Planalto - São Paulo/SP, déc. 70
Plaza São Rafael - Porto Alegre/RS, dec. 70
Plaza Itapema - Itapema/SC, déc. 70
Plaza Blumenau - Blumenau/SC, déc. 70
Plaza Caldas da Imperatriz -
Caldas da Imperatriz/SC, déc. 70
Hotel Nacional - Brasília/DF, déc. 70
Hotel Nacional - Rio de Janeiro/RJ, déc. 70
Hotel Laje de Pedra - Canela/RS, déc. 70
Tropical da Bahia - Salvador/BA, déc. 80
Tropical Manaus - Manaus/AM, déc. de 80
Tropical das Cataratas - Foz do Iguaçu/PR, déc. 80
Crisul Hotel - Criciúma/SC, déc. 80
Hotel Açores - Camboriú/SC, déc. 80
City Hotel - Porto Alegre/RS, déc. 80
Grande Hotel Express - Porto Alegre/RS, déc. 90
Máster Executivo - Porto Alegre/RS, déc. 90
Holiday Inn - Porto Alegre/RS, déc. 90
Tropical Grande Hotel e Termas de Araxá -
Araxá/MG, déc. 90
Plaza São Rafael - Porto Alegre/RS, 2004
Bahia Plaza Resort, Camaçari/BA, 2005

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